
I May Be a Guild Receptionist, but I’ll Solo Any Boss to Clock Out on Time veio com uma nova premissa no gênero fantasia na temporada de janeiro de 2025, o protagonista tem um alter-ego. Alina Clover é a “One Hammering Girl”. Com uma martelada ela derrota os inimigos. Ter poderes que ninguém mais tem é o básico.
Alina detesta fazer hora extra na guilda. Para conseguir sair no horário, ela secretamente atua como uma caçadora de monstros, resolvendo crises que atrasariam seu expediente. Embora a premissa pareça simples, a execução surpreende, superando receios iniciais e revelando uma história com méritos próprios e bastante envolventes.
A força da obra reside na identificação imediata com Alina. Seu desejo universal de encerrar o expediente para descansar ressoa profundamente. O humor surge quando ela assume o papel de “O Carrasco”, acumulando tarefas heroicas para garantir o próprio lazer, tornando-a uma protagonista extremamente humana e cativante.
A narrativa aborda o desequilíbrio entre vida pessoal e profissional. Alina enfrenta a realidade de empregadores que distorcem cargos, exigindo funções além do contratado. Mesmo lidando com magos e dragões, sua frustração com a sobrecarga é genuína, gerando empatia instantânea com qualquer pessoa que já se sentiu explorada.
Guild no Uketsukejō desu ga, Zangyō wa Iya na node Boss o Solo Tōbatsu Shiyō to Omoi masu, também conhecido como Girumasu é uma adaptação para anime da light novel escrita por Mato Kousaka e ilustrada por Gaou.
Tsuyoshi Nagasawa (conhecido por Clockwork Planet e Nyaruko: Crawling with Love!) dirige o anime no estúdio CloverWorks, enquanto Misuzu Chiba (Aikatsu! Planet, Chi’s Sweet Adventure) cuida dos roteiros da série.
O ódio por horas-extras: a verdadeira fonte de poder de Alina Clover
Alina Clover é recepcionista no Balcão Iffole há três anos. Apesar de não compreender a origem de seus poderes divinos, ela possui a impressionante capacidade de destruir relíquias com as próprias mãos.
Sua habilidade, denominada “Dya”, atinge o nível dos deuses — uma raridade absoluta, já que a maioria dos aventureiros de elite detém apenas as habilidades “Regin” ou “Sigurth”. O único real desafio para Alina são os Deuses das Trevas, que também dominam o nível “Dya”.
Para Alina, nada justifica trabalho extra — nem ameaças apocalípticas. Como recepcionista da guilda, ela vê os monstros atrasarem suas entregas e, consequentemente, seu horário de saída.
A solução? À noite, torna-se “O Carrasco”, a misteriosa subjulgadora que elimina chefões em solo antes que eles gerem papelada. A fórmula é simples: menos monstros = menos trabalho = chegar em casa no horário. Daí o título I May Be a Guild Receptionist, but I’ll Solo Any Boss to Clock Out on Time.
No entanto, sua vida dupla é ameaçada por Jade Scrade, o líder e tanque da equipe “Espada de Prata”. Ciente da identidade secreta de Alina, Jade tenta incessantemente convencê-la a se juntar ao seu grupo, que conta também com a curandeira Lululee — marcada por um passado traumático — e o poderoso mago negro Lowe Losblender.
No Balcão Iffole, Alina divide o trabalho com a novata Laila, que esconde um círculo mágico no braço e nutre uma admiração platônica pelo “Carrasco”.
A situação se complica quando Glen Garia — mestre da guilda e ex-Espada de Prata — entra em cena. Usando sua habilidade “Observador do Tempo”, ele identifica Alina como o Carrasco ao perceber que ela é a única pessoa imune à sua influência.
Glen evita os constantes pedidos de Alina por novos funcionários, criando um embate cômico e tenso entre a funcionária sobrecarregada e o chefe esquivo.
Por que Alina não larga o emprego de recepcionista e se torna avetureira?
Alina possui poderes capazes de destruir deuses. Por que simplesmente não completa algumas masmorras por ano e aproveita o resto do tempo, em vez de reclamar constantemente sobre ser explorada até a exaustão? Ela literalmente atravessa as masmorras derrotando tudo com um único golpe… qual é a lógica disso?
Primeiramente, vale ressaltar que I May Be a Guild Receptionist, but I’ll Solo Any Boss to Clock Out on Time é uma comédia de fantasia. Portanto, apresenta um humor repetitivo com enredo e desenvolvimento de trama simples. Ainda assim, a atitude de Alina em relação ao trabalho parece quase realista.
Se ela tem poder para “destruir deuses”, sua submissão a um chefe de escritório que a obriga a arriscar a vida no tempo livre parece absurda — a menos que haja uma explicação mágica ou contratual. Quando ainda era criança, Alina tinha um ente querido chamado Shroud que a advertia sobre os riscos do trabalho de aventureiro. Após a morte dele, ela percebeu que seria mais seguro atuar como recepcionista de guilda.
Já trabalhando no Balcão Iffole, durante a festividade do Centenário, por causa de uma hora-extra ela acabou chegando tão atrasada que não havia mais ninguém lá. Abalada, clamou por uma forma de não passar mais por aquilo. A partir desse momento, recebeu uma habilidade divina que se equipara ao nível de um deus.
Devido a um trauma de infância associado à falta de preparo, Alina acaba priorizando sua função de recepcionista.
I May Be a Guild Receptionist, but I’ll Solo Any Boss to Clock Out on Time vol.4: Alina no Torneio da Arena
O volume 4 de I May Be a Guild Receptionist, but I’ll Solo Any Boss to Clock Out on Time tem outra trama, apesar de continuar apos os eventos da batalha contra o Homem de Preto.
O “Torneio da Arena”, realizado a cada quatro anos, é uma tarefa infernal para a recepcionista responsável! Naturalmente, Alina é escolhida para o cargo e não consegue conter sua frustração, descontando-a no grande prêmio guardado no balcão: uma estátua preciosa, cara e praticamente indestrutível (detalhe importante) de uma “Relíquia Pura”.
Como resultado, a cabeça da estátua se desprende! Será que ela terá que pagar por isso? E pior, o que acontecerá se alguém descobrir que uma simples recepcionista quebrou a estátua inquebrável?
Mas o mais assustador é perceber que “alguém capaz de destruir uma Relíquia Pura não pode ser apenas uma recepcionista!” Com isso em mente, Alina não tem escolha senão participar do Torneio da Arena e conquistar o grande prêmio enquanto a cola mantém o estrago escondido!
O comitê de produção da primeira temporada ainda não divulgou nenhuma informação sobre uma possível continuação do anime adaptando esta trama.
Onde ler I May Be a Guild Receptionist, but I’ll Solo Any Boss to Clock Out on Time light novel
Atualmente, a light novel I May Be a Guild Receptionist, but I’ll Solo Any Boss to Clock Out on Time é publicada no Japão pela ASCII Media Works (editora percente a Kadokawa) sob o selo Dengeki Bunko que já lançou 8 volumes físicos e digitais. Em inglês, os dois primeiros volumes da obra estão disponíveis em físico e digital pela editora Yen Press.
Uma adaptação em mangá, ilustrada por Suzu Yūki, começou a ser serializada na revista Dengeki Daioh em junho de 2021 e foi coletada em seis volumes tankōbon pela ASCII Media Works.
A versão em mangá é distribuída em inglês pela Yen Press. Os leitores que desejam acompanhar a série podem encontrar os volumes em plataformas como BookWalker, Amazon Kindle e Kobo.
A serie “I May Be a Guild Receptionist, but I’ll Solo Any Boss to Clock Out on Time” está disponível para streaming na Prime Video.
Confira a lista de animes que foram adaptados de light novels na temporada de janeiro de 2026.